04 Janeiro 2012

" Mitologias" de António Ole / Angola

Luanda está num frenético desenvolvimento com um crescimento urbano nunca visto. Desde a independência de Angola em 1975 até 2002, a cidade construída pela administração portuguesa ficou estagnada, derivado à guerra civil entre o MPLA e a UNITA. Agora surgem por todo o lado edifícios arranha-céus, novos edifícios estatais, Hotéis e urbanizações. Curiosamente, a escultura não ficou esquecida, estando o Artista António Ole representado na principal via marginal da Baia de Luanda através de uma monumental escultura em ferro policromado, intitulada "Mitologias".
Signativamente, foi uma oferta da Petromar e do Artista António Ole à cidade de Luanda.

21 Setembro 2011

Júlio Resende (1917-2011)

O Pintor Júlio Resende, de seu nome Julio Martins Resende da Silva Dias, faleceu hoje. Deixa uma vasta obra de Desenho e Pintura, espalhada pelo país e estrangeiro. Foi Pintor autorizado pelo Museu do Louvre, à semelhança de Paula Rego na Tate Gallery, para investigar, copiar e descodificar as técnicas de grandes Mestres da pintura universal. Teve um longo percurso artístico, desde o neo-realismo até á elaboração de uma expressão pictórica figurativa de cores alegres, suaves e vivas, traduzindo uma frescura sensitiva, muito comum na aguarela e no pastel.
Psicoarte exprime aqui a sua homenagem.

02 Setembro 2011

Convite/ Exposição Individual de Pintura e Escultura de Júlio Pêgo

Pintura e Escultura/Inauguração 6 Setembro 2011/Júlio Pêgo na Galeria de Arte do ACMP

Psicoarte deixa aqui o convite para a inauguração de uma exposição individual de Pintura e Escultura, de Júlio Pêgo, com o Tema: " Trabalhar o ferro e pincelar a tela/ Dar forma e côr ao silêncio". Vai ter lugar no Espaço D/Artes /Galeria do Auto Club Médico Português, dia 6 de Setembro às 20.30, Av. Elias Garcia, 123, 1º Esq. Lisboa ( Tel. 21 780 21 90).

29 Junho 2011

Silêncios & Vozes, SINES, até 2 Setembro 2011

Silêncios & Vozes

Exposição de escultura no Centro de Artes de Sines e Espaço Público junto ao antigo terminal ferroviário de Sines.

A escultura pode ser um percurso, uma forma de comunicação, uma emoção estética. No ruído da cidade, a escultura acorda a nossa mente, dá os bons-dias, cumprimenta o citadino apressado, interroga o nosso imaginário na procura de conferir parecenças, vivências, semelhanças. Convida ao diálogo, à provocação, ao espanto num brinde à alegria entre silêncios e vozes.

A escultura pode estabelecer ligações pessoais e íntimas, articular vivências com o sonho, estabelecer um jogo de relação. Tentar sentir o silêncio e o seu oposto, a voz, pode ser um desafio, nesta mostra. Provavelmente, para muitos poderão ser mais ruídos… O nosso estado de espírito, perante a escultura ou outras formas de arte, criam novas vivências. Estas repercutem-se noutras mais antigas, na nossa memória e remete-nos para experiências gravadas na nossa vida. É como se este acontecimento encontrasse o seu eco num nosso passado recente ou longínquo. O pensamento é a evasão da palavra e do silêncio, para horizontes, sem limites. Se entre o silêncio e a voz, o significado e o significante, encontrarmos os signos e os símbolos ficaremos mais enriquecidos e disponíveis para outros encontros, alegrias, convívios e partilha de afectos .

Numa sociedade de ruídos, de informação e contra-informação, na pressa e ansiedade de “viver” o consumo, o tempo é escasso para ouvir a nossa voz interior e dos outros, criarmos espaços de amizade, tertúlias e convívios. É aqui que pode residir a obra de arte, onde antecipamos o sonho e escutamos o silêncio necessário para ouvir, pensar, reflectir ao mesmo tempo que criamos a nossa própria voz, a nossa identidade.

Esta exposição agrega 11 esculturas em ferro, aço-corten, inox e acrílico, reflexo de um percurso de arte de vários anos de pesquisa, experimentação e criatividade. Cada escultura não tem título, deixando a obra falar por si, numa perspectiva de Obra Aberta de Umberto Eco, remetendo para cada um de nós uma interpretação, um diálogo, uma vivência entre “Silêncios & Vozes".

Silêncios & Vozes, uma exposição que vai habitar a Cidade de Sines de 2 Junho a 2 Setembro 2011, com o apoio da Câmara Municipal de Sines e de “Praxis Mentis".

Júlio Pêgo

( Artista acreditado pela UNESCO )

07 Junho 2011

Silêncios & Vozes, SINES, 2 Junho a 2 Setembro 2011

Sines é até 2 de Setembro palco duma exposição de Escultura , com o tema "Silêncios & Vozes", junto ao antigo terminal ferroviário. O seu autor, Júlio Pêgo, convida a população e os forasteiros a visitar este evento cultural. As esculturas são em Inox, aço-corten, ferro e acrílico e pretendem dialogar, surpreender, despertar afectos e sentimentos num brinde à alegria entre silêncios e vozes. Uma das esculturas ficará exposta no Hall de entrada do Centro de Artes de Sines, com texto alusivo ao evento. A exposição tem o apoio da Câmara Municipal de Sines e de "Praxis Mentis", congresso científico de psiquiatria com a organização do ilustre psiquiatra Dr. Luíz Gamito que teve lugar nos dias 2, 3 e 4 de Junho 2011, com mais de duas centenas de participantes. O Centro de Artes de Sines, coordenado por Carlos Seixas, expõe ainda uma exposição colectiva de Pintura de Fernando Rato, Fernando Silva Ferreira, Maria José Escolástico, Nuno Antunes e Silvia Léger. Estará patente ao público até 2 de Julho 2011.

28 Fevereiro 2011

Conferência de Jorge Custódio/ Museu Malhoa

No dia 27 de Fevereiro o Prof. Dr. Jorge Custódio proferiu uma conferência sobre o Património da República e a criação de Museus em Portugal. Deu o exemplo como foi criado o Museu Malhoa, nas Caldas da Rainha, projecto, início e percurso. Foi feita a apresentação do conferencista pela Drª Matilde Couto, Directora do Museu. Psicoarte esteve presente e saudou o Prof. Jorge Custódio pela sua notável intervenção bem como realçou o dinamismo do Museu José Malhoa, representado pela presença da sua actual Directora